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Levantamento revela que mais de 90% das ações criminosos aconteceram pelo celular. Vítimas têm resistência em realizar boletim de ocorrência – Por Fernanda Strickland
Um novo levantamento sobre o cenário de golpes e fraudes virtuais, feito pela Koin, fintech especializada em prevenção de crimes em e-commerce, aponta que 62,4% dos brasileiros já sofreram alguma tentativa de golpe virtual. A maioria delas, 41,8%, ocorre em sites de compra.
Fraudes via WhatsApp também são alvo de preocupação, e representam 20,6% das tentativas. O golpe do Pix foi mencionado por 18,6% dos respondentes do estudo. Roubo de dados (o chamado “phishing”) foi a ameaça citada por 13,9% dos entrevistados, enquanto 5,2% dos consumidores afirmaram terem sofrido tentativa de roubo de senha.
A maioria das vítimas relatou ter sofrido prejuízo entre R$ 500 e R$ 1 mil (47,6%), com um segundo grupo significativo perdendo valores na casa de R$ 50 e 100 (19%); 15,5% dos respondentes disseram terem sido fraudados em valores acima de R$ 2 mil; 10,7% perderam entre R$ 1 mil e R$ 1.500. Apenas 7,1% dos consumidores afirmaram não ter sofrido prejuízo financeiro.
Celular como arma
O levantamento mostrou também que a maioria absoluta (92,3%) das tentativas de golpe ocorreu por meio de dispositivos móveis, principalmente celulares. Outro aspecto relevante é que 64,3% das pessoas não registraram boletim de ocorrência após sofrerem a ameaça, indicando uma possível falta de confiança na resolução do problema ou desconhecimento sobre a importância desse registro.
Segundo Juana Angelim, chefe de operações da Koin, os dados mostram que esse tipo de fraude pode causar prejuízo tanto para o consumidor quanto para o lojista. “Por isso, cada vez mais, é preciso que as empresas reforcem suas vendas on-line com sistemas antifraudes robustos”, diz a executiva.
O levantamento considerou a experiência de 350 consumidores de todas as regiões do Brasil, em agosto, com grande parte dos respondentes do Sudeste (43,1%), seguido pelo Nordeste (18,6%). A faixa etária dos participantes também mostrou uma distribuição homogênea: de 35 a 44 anos (27,3%), 45 a 54 anos (23,5%) e 55 a 64 anos (22,5%).
Fonte: Correio Braziliense
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