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Uma simulação da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Unafisco) apontou que a isenção do Imposto de Renda até R$ 5 mil poderia alcançar cerca de 28 milhões de brasileiros se fosse aplicada já em 2025. As informações são do g1.
A isenção do imposto para quem ganha até R$ 5 mil foi anunciada em novembro pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, junto com o pacote de corte de gastos. Contudo, a medida só deve ser enviada ao Congresso neste ano, com vigência a partir de 2026.
De acordo com a Unafisco, o governo pode perder cerca de R$ 235 bilhões de arrecadação por ano com a medida, considerando a correção integral da tabela pela inflação. Sem a correção, a renúncia seria de R$ 51 bilhões. O impacto será compensado pelo aumento da taxação de quem ganha mais de R$ 600 mil por ano, ou R$ 50 mil mensais, com uma alíquota de até 10%.
A simulação da Unafisco considera dados de 2024 e faz uma projeção de como seria a isenção caso fosse aplicada para a declaração de Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) em 2025.
Como ficaria a tabela
De acordo com a simulação, estariam isentas de declarar o Imposto de Renda as pessoas que recebem até R$ 5.109,55 por mês ou R$ 61.314,63 por ano. Os dados consideram a correção integral pela inflação acumulada até novembro de 2024.
Com base na simulação, o valor a ser deduzido por dependente declarado seria de R$ 513,46.
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Fonte: Unafisco (simulação)
Como é hoje
Na tabela atual – que ainda vale para fins de declaração da renda recebida em 2024 -, a faixa de isenção vai até R$ 2.259,20. Ou seja, quem recebe até esse valor por mês não precisa declarar o imposto. A partir daí, as alíquotas de imposto vão aumentando progressivamente até alcançar 27,5%.
Atualmente, o valor a ser deduzido por dependente declarado é de R$ 189,59.
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Fonte: Unafisco
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O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Tubarão e Região foi fundado em 31 de agosto de 1958 e reconhecido em 20 de maio de 1959, com a finalidade de representar os bancários perante os poderes constituídos na defesa dos direitos e interesses coletivos e individuais da categoria, inclusive em questões judiciais ou administrativas e atuando sempre em busca de uma sociedade melhor.
O programa de combate ao assédio moral é uma conquista dos trabalhadores após grande mobilização na Campanha Nacional Unificada 2010. Trata-se de um acordo aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho que tem adesão voluntária tanto dos bancos quanto dos sindicatos.