Banco do Brasil mira jovens investidores e entra na febre dos cofrinhos

03/06/2025

Assim como em outras caixinhas, o investidor define um propósito para o dinheiro e começa a investir gradualmente

Os cofrinhos, também conhecidos como “caixinhas”, estão na moda. Agora, chegou a vez do Banco do Brasil entrar na febre. A nova modalidade de ‘poupança’ da instituição promete ser uma forma simples e prática de guardar dinheiro com um objetivo, incluindo a possibilidade de o investimento ser feito por crianças e adolescentes entre 8 a 17 anos, público-alvo inicial do projeto. O valor fica aplicado em um fundo de renda fixa, que busca acompanhar a taxa Selic e tem liquidez diária.

Apesar do projeto inicial voltado para os menores titulares das contas BB Cash com conta ativa e cadastro atualizado, qualquer cliente pessoa física do BB pode usar a ferramenta.

Segundo o banco, não é necessário responder ao questionário de perfil de investidor (API) e o investimento pode ser feito a partir de R$ 0,01. Os aportes podem ser feitos manualmente ou de forma automática, com definição prévia de valor e data.  A taxa de administração é de 0,5% ao ano.

Assim como em outras instituições, o investidor define um propósito para o dinheiro — como uma viagem, a troca de celular, um fundo para a universidade —, e começa a investir gradualmente para alcançar a meta. É possível criar múltiplas reservas, com prazos e objetivos distintos.

Diferente de outras instituições, onde o dinheiro rende similar ou mais do que o CDI, no cofrinho do BB o valor fica aplicado no Fundo BB Renda Fixa Simples Reserva – RL, de perfil conservador, com classificação de risco muito baixo, exclusivo para os clientes do cofrinho.

A disputa no mercado de cofrinhos, porém, é grande, com outras grandes instituições em um rali para conquistar os investidores. O Mercado Pago lançou em abril uma “caixinha”, onde quem depositar a partir de R$ 1 mil, vai lucrar 112% do CDI, enquanto o Nubank lançou a Caixinha Turbo do Nubank, com rendimento que chega até 120% do CDI.

Fonte: Valor Investe

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