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Indicadores técnicos ainda não apontam exaustão clara, sugerindo que o ativo segue em uma zona decisiva, na qual o comportamento frente às resistências e suportes será determinante para os próximos movimentos – por Rodrigo Paz
As ações do Bradesco (BBDC4), banco que divulga seus resultados nesta quarta-feira (06/05), após o fechamento do mercado, vêm apresentando perda de tração nas últimas sessões, com sinais mais claros de entrada de fluxo vendedor e mudança de dinâmica no curto prazo.
Mesmo com a reação recente, o papel ainda não conseguiu recuperar níveis técnicos importantes, permanecendo abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que mantém o viés mais pressionado no curto horizonte.
Esse movimento ocorre após um período de valorização relevante, o que aumenta a probabilidade de uma fase corretiva mais estruturada.
Os indicadores técnicos ainda não apontam exaustão clara, sugerindo que o ativo segue em uma zona decisiva, na qual o comportamento frente às resistências e suportes será determinante para os próximos movimentos.
Análise técnica Bradesco (BBDC4)
No gráfico diário, observo que o Bradesco mantém um viés de baixa no curto prazo, após perder a região das médias móveis, o que reforçou a pressão vendedora recente. Apesar da alta de 1,57%, com fechamento aos R$ 19,17, no pregão desta terça (5), o ativo ainda negocia abaixo dessas médias, o que limita, por ora, a leitura de recuperação mais consistente.
O IFR (14) em 42,92 permanece em zona neutra, indicando espaço tanto para continuidade do movimento corretivo quanto para repiques técnicos no curto prazo.
Para retomada da alta, será necessário recuperar a região das médias, com resistência em R$ 19,69. Acima desse nível, o ativo pode buscar R$ 20,94 e, posteriormente, a máxima histórica em R$ 21,78. Superando essa faixa, vejo espaço para projeções em R$ 22,00, R$ 22,55 e R$ 23,00, o que indicaria retomada mais consistente da tendência altista.
Por outro lado, a continuidade da pressão vendedora passa pela perda dos suportes em R$ 18,78 e R$ 18,11, além da média de 200 períodos em R$ 17,97, que funciona como suporte relevante. Abaixo dessa região, o ativo pode intensificar as quedas, com alvos em R$ 17,80, R$ 17,40, R$ 16,97 e R$ 15,99, reforçando um cenário corretivo enquanto permanecer abaixo das médias.
Análise de médio prazo
No gráfico semanal, a leitura também passou a exigir mais cautela. O Bradesco acumula duas semanas consecutivas de baixa e segue, até o momento, com viés negativo na semana atual, passando a negociar abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que acende um alerta para continuidade da correção, apesar da tendência de alta ainda vigente no horizonte mais amplo.

O IFR (14) em 51,63 permanece em zona neutra, indicando equilíbrio entre compradores e vendedores, mas com espaço para movimentos mais direcionais.
Para retomada do fluxo altista, será essencial recuperar a região das médias, com resistência em R$ 19,57. Acima desse patamar, o ativo pode voltar a mirar a máxima histórica em R$ 21,78 e, caso haja rompimento com volume, abrir espaço para alvos em R$ 22,65, R$ 23,75, R$ 25,45, R$ 26,30 e, em um cenário mais estendido, R$ 30,00.
Por outro lado, a perda dos suportes em R$ 17,80 e R$ 16,97 tende a fortalecer o fluxo vendedor, podendo levar o ativo a testar R$ 15,99 e R$ 14,47, além da média de 200 períodos em R$ 13,63. Vale destacar ainda a possível formação de topo duplo, que ganha relevância caso haja rompimento consistente dessa faixa, podendo intensificar a correção no médio prazo.
“Em resumo, sigo com uma leitura mais cautelosa para o ativo no curto prazo, com o comportamento nas regiões de suporte e resistência sendo decisivo para definir se o papel retoma a tendência de alta ou aprofunda o movimento corretivo.”
Fonte: InfoMoney
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