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Setores da indústria, comércio e serviços elevaram os níveis econômicos em SC
O Estado de Santa Catarina registra crescimento acima da média nacional nos setores econômicos de indústria, comércio e serviços, conforme dados divulgados pelo IBGE. O desempenho positivo ocorre em meio à alta na economia catarinense, que avançou 4,7% entre janeiro e outubro de 2025, enquanto no Brasil a elevação foi de apenas 2,4%.
“Santa Catarina é um estado que pula o Brasil. O nosso sucesso é resultado direto do apoio ao empreendedorismo e de um povo trabalhador. Além disso, o estado tem a melhor segurança pública do país, diversos atrativos turísticos e um ambiente de negócios que favorece a atração de investimentos”, destaca o governador Jorginho Mello.
Conforme os dados do IBGE, a indústria catarinense cresceu 3,4% entre janeiro e novembro de 2025 na comparação com o mesmo período do ano anterior. Enquanto isso, a indústria brasileira registrou elevação menor, de apenas 0,6%.
O resultado positivo em Santa Catarina é puxado por segmentos como a fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos, que avançou 12,3%. Em seguida estão a fabricação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos, com 7,8%, bem como a fabricação de máquinas e equipamentos, com variação de 5,9%.
Entre janeiro e novembro o comércio somou elevação de 5,7% em Santa Catarina, ante alta de 1,5% no Brasil. O resultado é quase quatro vezes superior à média nacional. No estado, segmentos como vendas de artigos de uso pessoal e doméstico, com expansão de 10,2%, e hipermercados e supermercados, com elevação de 7,3%, foram os destaques do período.
Outros segmentos do comércio, como vendas de artigos farmacêuticos, cosméticos e perfumaria (5,1%), livros, jornais, revistas e papelaria (4,1%), assim como equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (4%), também tiveram avanço.
No setor de serviços, Santa Catarina somou um crescimento de 3,7%, frente a uma variação de 2,7% do Brasil. Os destaques são os serviços profissionais, administrativos e complementares, com alta de 7%, serviços de informação e comunicação, com 5,1%, e serviços prestados às famílias, com 4,3%.
Fonte: Diário do Sul
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