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Fundação já alocou, em 2025, R$ 12,7 bilhões em títulos públicos de longo prazo
A FUNCEF tem aproveitado as janelas favoráveis de mercado neste ano para ampliar a estratégia de imunização das carteiras de todos os seus planos de benefícios.
De janeiro até julho, a equipe de investimentos da Fundação comprou R$12,7 bilhões em títulos públicos de longo prazo (NTN-Bs) marcados na curva, ou seja, que serão levados a vencimento, em alguns casos até 2060.
São títulos públicos sem risco de mercado e com rentabilidade composta pela inflação do período mais um ganho real médio de 7,45%, que supera com folga a meta atuarial/objetivo dos planos da FUNCEF, conforme mostra o gráfico a seguir.

“Desde 2024, estamos direcionando novos aportes de recursos para títulos públicos que ofereçam proteção real e previsibilidade de fluxos de recebimento. Parte da estratégia consiste em casar os fluxos de recebimento dos títulos públicos e os pagamentos projetados de benefícios nos próximos anos”, explica o diretor de Investimentos e Participações, Gustavo Portela.
Na prática, a estratégia adotada pela FUNCEF representa uma proteção contra a variação das taxas de juros e inflação, tornando os resultados menos sujeitos às oscilações naturais do mercado.

Sustentabilidade dos planos
Para dar uma ideia da dimensão do movimento feito pela FUNCEF, o gerente de Renda Fixa e Operações Financeiras, Fabiano Nogueira, observa que a carteira de títulos públicos de longo prazo que serão mantidos até a data de vencimento cresceu 51% desde 2024.
“A nossa estratégia consolida uma alocação mais robusta e aderente ao perfil de longo prazo da Fundação. Isso reforça o nosso compromisso com a sustentabilidade e a necessidade de cada plano”, disse ele.
Em relação especificamente ao REG/Replan, a Fundação projeta um resultado dos investimentos consistentemente acima da meta atuarial para os próximos anos, o que levará à redução do déficit atual.
“Nosso principal foco está na segurança dos investimentos e na previsibilidade dos compromissos com os participantes. Essa é uma decisão alinhada à nossa Política de Investimentos e ao nosso papel como Fundação responsável e transparente”, conclui o presidente da FUNCEF, Ricardo Pontes.
Fonte: FUNCEF
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