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Segundo a Reuters, a rede social também solicitou licenças para operar contas digitais e atuar como instituição de crédito
A rede social TikTok busca aprovação do Banco Central (BC) para operar como instituição financeira no Brasil. Segundo fontes anônimas do setor, a plataforma solicitou licenças de “emissor de moeda eletrônica” e de “sociedade de crédito direto” (SCD).
A informação foi divulgada com exclusividade pela agência de notícias Reuters nesta terça-feira, 31. A primeira licença permitiria que o TikTok oferecesse contas pré-pagas, possibilitando que os usuários mantenham saldos, recebam fundos e realizem pagamentos diretamente no aplicativo.
Já a segunda autorização daria à rede social o direito de oferecer capital próprio para empréstimos ou atuar como intermediadora entre tomadores e credores. Se aprovadas, as medidas permitirão que o TikTok ofereça um ecossistema de serviços financeiros seguindo um modelo semelhante ao do Nubank.
De acordo com a agência, executivos da ByteDance, empresa chinesa responsável pela rede social, se reuniram com o presidente do Banco Central na manhã desta terça-feira, 31, em Brasília.
A iniciativa não é inédita para a companhia. Em 2021, a ByteDance lançou o Douyin Pay na China para dar suporte ao comércio eletrônico da versão local do aplicativo. Em 2023, a Indonésia também recebeu pedidos de licença para operações de pagamento da plataforma.
Fonte: Terra
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O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Tubarão e Região foi fundado em 31 de agosto de 1958 e reconhecido em 20 de maio de 1959, com a finalidade de representar os bancários perante os poderes constituídos na defesa dos direitos e interesses coletivos e individuais da categoria, inclusive em questões judiciais ou administrativas e atuando sempre em busca de uma sociedade melhor.
O programa de combate ao assédio moral é uma conquista dos trabalhadores após grande mobilização na Campanha Nacional Unificada 2010. Trata-se de um acordo aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho que tem adesão voluntária tanto dos bancos quanto dos sindicatos.