Caixa Tem passa por atualização de segurança e usuários relatam dificuldades de acesso

09/04/2026

Atualização de segurança do Caixa Tem exige ajustes no celular e novas verificações. Usuários relatam erros e falhas na biometria. Procurada pelo g1, a Caixa não havia se manifestado.

Uma atualização de segurança no aplicativo CAIXA Tem está dificultando o acesso de parte dos usuários nos últimos dias.

Com a mudança, o aplicativo passou a exigir novas etapas de verificação e algumas configurações específicas no celular.

E isso tem feito com que alguns clientes encontrem erros ou não consigam entrar na conta ao tentar acessar o app.

O aplicativo é uma conta poupança digital gratuita da Caixa Econômica Federal usada por beneficiários de programas sociais, trabalhadores que recebem benefícios — como seguro-desemprego e abono — e outros cidadãos que utilizam o serviço para transferências, pagamentos e operações via PIX.

Segundo orientações divulgadas ao público, a atualização faz parte de um conjunto de medidas para reforçar a segurança das contas e das transações feitas pelo aplicativo.

Entre as mudanças está um novo processo de acesso, criado para confirmar a identidade do titular antes de liberar o uso da conta.

Com a alteração, no entanto, alguns usuários passaram a relatar dificuldades para entrar no aplicativo.

Atualização de segurança
Em seu site, a Caixa informa que a atualização passou a verificar algumas configurações do próprio celular antes de liberar o acesso ao aplicativo. A ideia é identificar ajustes no aparelho que possam representar risco para a conta.

Se o sistema detectar algo considerado incompatível com as regras de segurança, o usuário pode receber avisos como “dispositivo inseguro” ou “violação de segurança”.

Nesses casos, o aplicativo orienta revisar algumas configurações do telefone. Entre as principais recomendações estão:

-Desativar o modo desenvolvedor (ou debug) nas configurações do aparelho, que pode gerar erros de acesso;
-Manter a localização ativada durante o uso do aplicativo, necessária para algumas operações;
-Evitar aplicativos que alterem o funcionamento do celular, como ferramentas que mudam a localização ou serviços de VPN;
-Desativar aplicativos que gravam ou capturam a tela, que podem ser bloqueados pelo sistema.

O banco também orienta que o usuário utilize o teclado padrão do celular, já que teclados instalados de outras fontes podem ser considerados inseguros pelo sistema.

Se, mesmo após essas mudanças, o problema continuar, o último recurso é a restauração do aparelho às configurações de fábrica — procedimento que apaga todos os dados armazenados no dispositivo.

Além dessas exigências relacionadas às configurações do celular, o processo de acesso ao aplicativo também foi atualizado.

Com isso, a entrada na conta pode incluir novas etapas de verificação para confirmar a identidade do titular, como:

-Envio de um código de verificação pelo WhatsApp;
-Reconhecimento facial;
-Envio de fotos de documentos (como RG ou CNH);
-Confirmação de dados pessoais;
-Criação ou atualização da senha de acesso.

Usuários relatam dificuldades
Mesmo com as orientações divulgadas, alguns usuários têm recorrido às redes sociais para relatar problemas ao tentar acessar o aplicativo.

Um deles afirma que, após a atualização, o sistema passou a exibir a mensagem de “dispositivo inseguro”. Segundo o relato, ele tentou limpar os dados do aplicativo, reinstalar o programa e reiniciar o celular, mas o aviso continuou aparecendo.

Outro usuário diz que o aplicativo deixou de reconhecer a biometria facial. De acordo com ele, a conta foi desconectada automaticamente.

Diante das dificuldades, parte dos usuários começou a compartilhar possíveis soluções entre si nas redes sociais, como desinstalar o aplicativo e refazer o cadastro.

Ainda assim, há relatos de pessoas que afirmam continuar sem conseguir entrar na conta mesmo após seguir diferentes procedimentos.

Procurada pelo g1, a Caixa Econômica Federal foi questionada sobre a atualização do aplicativo e as dificuldades relatadas por usuários.

O banco também foi perguntado se aparelhos mais antigos podem ter limitações de acesso e qual é a orientação para quem segue os passos indicados, mas ainda não consegue entrar na conta.

Até a última atualização desta reportagem, a Caixa não havia se posicionado.

Fonte: g1

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