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“De repente, nós podemos caminhar para uma taxa máxima. Para baixo, pode. Para cima, não pode”, declarou o ministro Luiz Marinho (Trabalho e Emprego) a jornalistas (Por Houldine Nascimento)
O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse nesta 4ª feira (30.abr.2025) que o governo trabalha para instituir um limite na taxa que as operadoras cobram de estabelecimentos ao intermediar o VR (vale-refeição) e VA (vale-alimentação). “Uma coisa é certa: nós vamos reduzir. Eu brinquei até: no amor ou na dor”, afirmou a jornalistas.
O ministro afirmou que as taxas cobradas a bares, restaurantes e supermercados atingem até 10%. “De repente, nós podemos caminhar para uma taxa máxima. Para baixo, pode. Para cima, não pode”, disse.
Marinho também afirmou que é estudado reduzir o prazo para que os lojistas recebam os recursos das vendas feitas com vale-alimentação e vale-refeição.
“O outro aspecto é quando fazer o repasse para os restaurantes. É preciso ajustar essa defasagem em relação ao setor público. Isso não dá ainda para falar de quantos dias. Ainda é prematuro a gente avançar nesse sentido”, declarou.
Ele afirmou que o setor público costuma fazer o pagamento em 30 dias, enquanto o privado faz o repasse antes. “É preciso buscar o equilíbrio”, disse.
O ministro afirmou que isso é necessário para assegurar a competitividade.
Marinho falou sobre o tema ao comentar os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) de março de 2025. O Brasil criou 71.576 empregos com carteira assinada no mês. O saldo ficou 70,8% abaixo do mesmo período em 2024.
Fonte: Poder360
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O programa de combate ao assédio moral é uma conquista dos trabalhadores após grande mobilização na Campanha Nacional Unificada 2010. Trata-se de um acordo aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho que tem adesão voluntária tanto dos bancos quanto dos sindicatos.