CEO do Bradesco projeta crescimento, baixo desemprego e inflação na meta em 2026

04/12/2025

O presidente do Bradesco, Marcelo Noronha, traçou um cenário positivo para a economia brasileira em 2026. Baseando-se em análises internas do banco, o CEO afirmou que as perspectivas para o ano que vem incluem crescimento do PIB, baixo desemprego e inflação convergente para o centro da meta. Noronha tratou do assunto durante um almoço de final de ano com executivos da instituição financeira e jornalistas.

“Eu tenho uma visão um pouquinho mais otimista para o ano que vem”, afirmou o CEO. “Um PIB que deve crescer 2% esse ano para o ano que vem, ao redor de 1,5%; com um nível de desemprego que está em 5,6% e ficando ao redor de 6%, é um nível de desemprego baixo. A gente teve crescimento na massa salarial desse ano.”

Noronha também acredita que a inflação, hoje próxima do teto da meta (4,5%), deve convergir para o centro do alvo, de 3%. “Acho que o mercado inteiro vem falando, majoritariamente, que a gente pode chegar nesse fim de ano com 4,5% de inflação, no teto da meta, e quem sabe, para o ano que vem, 3,7%, 3,8%. Mas quando ele olha no horizonte um pouco mais distante, segundo os nossos economistas, olhando para aquela fórmula conhecida do Banco Central, quando olha para o primeiro trimestre de 2027, a gente já vê uma inflação convergindo ali para 3,2%.”

A permanência da inflação próxima ao teto da meta é o principal fator que tem mantido os juros em patamar alto. Em 2024, a taxa Selic caiu de 13,75% para 11,25% ao ano, mas neste ano voltou a subir e está em 15% desde junho.

Câmbio e carteira de crédito

Noronha disse acreditar que o dólar cairá para R$ 5,25 até o final do ano. A cotação da moeda, que chegou a alcançar R$ 6,31 em dezembro de 2024, devido a incertezas fiscais e a dificuldade de ajuste nas contas públicas, veio caindo sistematicamente desde então. Nos últimos meses, tem oscilado entre R$ 5,20 e R$ 5,40.

A carteira de crédito do Bradesco — volume total de empréstimos e financiamentos concedidos — deve avançar 7% no ano que vem, segundo o CEO. “A gente segue o plano. A gente tem, naturalmente, correções de rota, porque nada é uma reta absoluta. Mas a gente corrige sempre para melhor, nunca para pior.”

Fonte: Conjur

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