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O especialista Marcelo d’Agosto explica para o ouvinte como o Banco Central pode reagir diante da dívida pública do país. (por Por Marcelo d’Agosto)
No CBN Dinheiro desta terça-feira (5), Marcelo d’Agosto responde à dúvida do ouvinte, que diz que o Relatório Focus tem apresentado uma deterioração das expectativas de inflação nas últimas semanas. No entanto, o Banco Central iniciou um ciclo de corte de juros.
Ele quer saber se não seria um contrassenso continuar com essa trajetória de corte dos juros, justamente agora que as pressões inflacionárias parecem estar voltando?
Confira a resposta do especialista:
A diferença entre juros e inflação no Brasil é muito grande. A taxa Selic está em 14,5% ao ano, e a inflação nos últimos 12 meses foi de 4%. Os juros altos ajudam no controle da inflação, mas existe um limite para manter os juros elevados por um período muito grande. A gente tem visto isso na prática.
A dívida pública do Brasil deve atingir um patamar recorde: muitas grandes empresas pediram recuperação judicial. E o governo teve que fazer um novo programa para tentar ajudar a resolver o problema do endividamento das famílias.
Então, a experiência mostra que não dá para controlar a inflação apenas mantendo os juros altos, porque isso tem um impacto relevante na economia real.
O fato é que o Banco Central precisa de ajuda para manter a inflação sob controle. E, em algumas situações, acaba sendo inevitável conviver com inflação um pouco mais alta.
Fonte: CBN
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